Gerência de projetos: barreiras à comunicação


A comunicação é o oxigênio das relações interpessoais. Proveniente do latim communicare, significa tornar comum, compartilhar idéias, elogios, críticas, sugestões, entre outros. Atualmente, os projetos alinham e encaminham o planejamento estratégico das organizações e, por isso, seu sucesso está diretamente relacionado à comunicação eficaz. É de suma importância que a comunicação obtenha um alto nível de compreensão e clareza em todas as suas formas e durante todo o projeto.


Uma comunicação eficaz ajuda a evitar surpresas durante a execução do projeto, antecipando situações desfavoráveis que podem ser encontradas ou, até mesmo, evitando o surgimento de barreiras à comunicação. Uma das formas de se reduzir essas barreiras é aplicar o processo de audição ativa, que faz com que o receptor esteja atento à mensagem transmitida, enviando sinais para o transmissor do seu entendimento ou não da mensagem. Estimular o transmissor para solicitar feedback, por meio de sinais ou parafraseando (repetindo suas próprias palavras), é uma das formas de tornar a comunicação mais eficiente.

No que se refere ao gerenciamento de projetos, uma das maneiras de se obter uma comunicação eficaz é organizar um Plano de Comunicação, cujo objetivo é o de descrever os processos de comunicação do cliente e a forma de administrá-los, para garantir que as informações cheguem às pessoas corretas, dentro do prazo necessário e de maneira economicamente viável, sendo constantemente atualizado. Dessa forma torna-se mais fácil identificar problemas com antecedência e, tão importante quanto, definir estratégias para solucioná-los, tornando o trabalho mais assertivo e aumentando a satisfação do cliente.

Mas como entender o significado da comunicação em projetos? Comunicar significa, entre outras coisas, trocar informações de tal forma que os interlocutores se compreendam. Na gestão de projetos, a comunicação faz com que as informações sigam um fluxo contínuo, de forma clara, até chegarem às pessoas capazes de tomar as decisões ou implantá-las. A gestão de projetos é uma realidade irreversível, que realmente traz uma série de benefícios para a produtividade, tanto na vida pessoal quanto profissional. Cada vez é mais comum ver organizações na busca constante pela maturidade em gestão de projetos, através do desenvolvimento de sistemas e processos que garantam uma alta probabilidade de sucesso nas suas operações. Mas quem ganha com isso? Os profissionais envolvidos? As organizações? Os colaboradores? Bom, de fato, todos ganham, porém, os mais beneficiados são os profissionais diretamente envolvidos e, é claro, as organizações e seus colaboradores, que assim conseguem atingir suas metas e garantir a “saúde” do negócio.

A comunicação é fundamental para integrar todas as partes envolvidas, mais comumente conhecidas como “Partes Interessadas” (do inglês stakeholders) e atender as expectativas de cada uma dessas partes no gerenciamento de um projeto.

De acordo com o Project Management Institute (PMI), 90% do trabalho de um Gerente de Projetos está ligado a atividades através da comunicação, pois ela é base e essência para o sucesso do Projeto. Além disso, o estudo de benchmarking em Gerenciamento de Projetos Brasil 2010 – Chapters Brasileiros mostra que 53,8% das Organizações que participaram do estudo confirmaram que a Comunicação é a habilidade mais deficiente em seus Gerentes de Projetos.

Atentos a todos esses aspectos, já é possível encontrar no mercado provedores de serviços que possibilitam uma melhor gestão de Projetos através do gerenciamento das comunicações, o que garante informações certas, para as pessoas certas, no tempo certo e de uma maneira economicamente viável.

Somente com uma melhor gestão da Comunicação é possível garantir a geração, coleta, distribuição, armazenamento, recuperação e destinação final das informações sobre o projeto de forma oportuna e adequada.


Fonte: Francisco Iglesias Bretas/ OGirassol/ 16.01.12

Livro: Marketing Trends 2012


As mais importantes tendências do marketing para os próximos anos

Este livro é o resultado de um trabalho sistemático e permanente do corpo de consultores do MADIAMUNDOMARKETING, mapeando, rastreando, copilando, organizando e analisando informações, com o objetivo de identificar as mais importantes tendências do marketing para os próximos anos. Informações publicadas e divulgadas em todo o mundo no correr dos anos de 2010 e 2011.

Essas tendências estão lastreadas nas movimentações e performances empresariais e sempre ilustradas, neste livro, através de “cases” essenciais e relevantes para todas as empresas em atuação no Brasil, assim como para o ensino das melhores práticas do marketing nas Escolas e Universidades.

Seu conteúdo conta com a colaboração inestimável de todos os alunos do MBA em Marketing da MADIA MARKETING SCHOOL, no processo de discussão e seleção dessas tendências. MARKETING TRENDS 2012 é o 13º livro desta série, e de autoria de FRANCISCO ALBERTO MADIA DE SOUZA, presidente da ACADEMIA BRASILEIRA DE MARKETING e do MADIAMUNDOMARKETING, empresa líder em serviços de CONSULTORIA DE MARKETING e BRANDING no país.



SOBRE O AUTOR

Francisco Alberto MADIA de Souza é considerado a maior autoridade em marketing do país, segundo pesquisa realizada pela Toledo e Associados para a ADVB – Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil. Trabalhando há 44 anos em marketing, há 31 MADIA é Diretor Presidente e Sócio do MADIAMUNDOMARKETING – empresa líder em Consultoria de Marketing no país; Advogado e Administrador de Empresas, com cursos de especialização em marketing no Brasil e nos Estados Unidos – N.Y. University; MASTER em MARKETING pelo C.F.E.

Lançamento: Outubro / 2011
272 Páginas
Formato: 16x23cm
Preço: R$49,00
ONDE COMPRAR: www.mbooks.com.br 


Fonte: Patrícia Rosa - Marketing - mbooks.com.br

Livro: O Dilema da Inovação

Porque as Empresas Falham.

Este livro assume a posição radical de que grandes empresas fracassam exatamente porque fazem tudo certo. Ele demonstra por que boas empresas, mesmo mantendo sua antena competitiva ligada, ouvindo os clientes e investindo agressivamente em novas tecnologias, perderam sua liderança no mercado quando se confrontaram com mudanças tecnológicas de ruptura e incrementais na estrutura do mercado. E conta como evitar um destino semelhante.
Usando as lições de sucesso e fracasso de companhias líderes, O Dilema da Inovação apresenta um conjunto de regras para capitalizar o fenômeno da inovação de ruptura/incremental. Estes princípios ajudarão os administradores a determinar quando é certo não ouvir os clientes, quando investir no desenvolvimento de produtos com menor desempenho que prometem margens menores e quando buscar mercados menores às custas daqueles aparentemente maiores e mais lucrativos.
Muitas empresas – sejam de bens de consumo ou serviço, tecnologia de ponta ou não, ou competidores que atuam em ambientes corporativos de mudanças rápidas ou de evolução lenta – enfrentam agora o dilema da inovação. Manter-se próximo do cliente é imprescindível para o sucesso, mas o crescimento e o lucro de longo prazo frequentemente dependem de uma fórmula de gestão muito diferente.
Este livro ajudará os administradores a antever as mudanças com que poderão se deparar e como responder para alcançar o sucesso.

SOBRE O AUTOR

CLAYTON M. CHRISTENSEN é uma das maiores autoridades em inovação em todo o mundo. Graduado em Economia pela Brigham Young University com especialização em Econometria pela Oxford University, e MBA pela Harvard Business School, onde leciona a disciplina Administração
de Empresas. Palestrante e consultor internacional de empresas nos Estados Unidos, Brasil, Singapura, Índia, entre outros. Christensen é natural de Salt Lake City, Utah.

Lançamento: Janeiro / 2012
320 Páginas
Formato: 16x23cm
Preço: R$69,00
ONDE COMPRAR: www.mbooks.com.br


Fonte: Patrícia Rosa - Marketing - mbooks.com.br

Marketing por e-mail deve chegar a US$ 2 bilhões em 2014


Em tempos de investimentos massivos em publicidade nas redes sociais, o e-mail ainda consegue resistir como ferramenta de marketing para produtos e serviços de empresas globais.

Os gastos mundiais com ferramentas de e-mail marketing devem passar de US$ 1,3 bilhão, valor registrado em 2010, para cerca de US$ 2 bilhões em 2014, segundo dados da consultoria Forrester Research.

Os investimentos são menores do que os feitos em publicidade em sites como Facebook, Twitter ou Google+ - em anúncios laterais ou posts pagos, por exemplo, de US$ 5 bilhões, segundo a Deloitte. Mas o crescimento do e-mail marketing ao longo dos próximos dois anos mostra que a ferramenta não está morrendo com a ascensão desses sites, como era previsto.

"Com o crescimento da comunicação entre marcas e consumidores nas redes sociais, muitos acreditaram que o e-mail marketing iria morrer, mas isso não acontecerá tão cedo", diz Adrian Drury, da consultoria britânica Ovum.

Segundo o especialista, a principal explicação está no fato de que a publicidade em redes sociais é mais utilizada para atrair consumidores para o primeiro contato com a marca, enquanto o e-mail marketing é usado para manter o relacionamento já criado entre empresa e cliente.

A rentabilidade é outro ponto a favor do e-mail marketing. Números globais da Direct Marketers Association mostram que para cada dólar investido na ferramenta algo em torno de R$ 1,95, há retorno de US$ 44,25 (R$ 86) em novas vendas.

No Brasil, o custo de envio de cerca de 100 mil mensagens por mês é de R$ 700, segundo a empresa paulistana de marketing digital Akna.

INTERNET EM ALTA

O e-mail marketing é ainda mais forte em mercados onde a internet e o comércio eletrônico estão em fase de amadurecimento. Nesses países, ele assume a forma de "porta de entrada" para as lojas virtuais, ao lado de ferramentas de busca.

Em novembro, no Brasil, o e-mail marketing gerou 9,3% do tráfego de todas as lojas virtuais e sites de classificados, segundo dados da Serasa Experian e da Hitwise - crescimento de 27%. Nesse mesmo período, as redes sociais foram responsáveis por 8,6% do tráfego, alta de 18,2%.

Nos Estados Unidos, onde as vendas virtuais já estão consolidadas, as redes sociais superaram o e-mail marketing, com 7% de participação no tráfego, ante 6,6% do e-mail marketing, segundo as mesmas fontes.

"O e-mail mantém a característica de ser o contato privado entre empresa e consumidor. Nem sempre o usuário do Facebook está disposto a curtir uma página de um produto que comprou e mostrar isso para todos os seus amigos", diz Juliano Marcílio, presidente da unidade de serviços de marketing da Experian na América Latina.

Fonte: Folha Online/31/12/2011

3 passos para estruturar a comunicação na sua empresa


Uma empresa hoje não consegue mais sobreviver sem comunicação. Para engajar seus diferentes públicos, aumentar o reconhecimento da sua marca, trazer novos negócios e atrair talentos, a empresa precisa estabelecer relacionamentos coesos com funcionários, clientes, parceiros e a imprensa. No entanto, por onde começar?
Primeiro, defina quem você é

Antes de começar a divulgar ações na mídia, repensar no seu site ou planejar os materiais de vendas, as empresas precisam ter um posicionamento claro e bem definido. Quem sou, o que faço, quais são meus produtos, minha missão, onde quero chegar. Somente tendo essa visão bem definida é que uma empresa pode começar a trabalhar sua comunicação de forma coerente e com planejamento estratégico.

Planeje

Com base no seu posicionamento, visualize objetivos claros para a comunicação e, a partir daí, estabeleça sua estratégia. Se for aumentar o awareness da sua marca, não adianta apenas focar em clientes existentes. Avalie o mercado, observe seus concorrentes, conheça a imprensa que cobre o seu setor. Com base nessas informações, é possível traçar um plano realista de ações voltado para objetivos concretos.

Priorize

Faça uma avaliação honesta da situação da empresa. O que é necessário neste momento? Um site novo, com informações mais claras e conteúdo atualizado do seu mercado ou uma apresentação clara dos seus produtos e serviços? Para priorizar, é necessário conversar com os públicos internos, como as equipes de vendas e gestão de contas. Essa troca é vital para que a nova estratégia esteja alinhada com as necessidades reais da empresa.

Com base nesses passos, sua empresa poderá construir uma comunicação estruturada e eficiente.
Fonte: Carolina Ruhman Sandler/Adminitradores 04.01.12

As 5 principais funções do Marketing Digital


No texto de inauguração desta coluna, comentei que uma das barreiras que as empresas têm para usar a Internet para o Marketing é entender a complexidade do canal. São tantas redes, ferramentas e abordagens possíveis que muita gente acaba tendo dificuldades de entender o sistema como um todo, e por consequência, medo de experimentar. 
Na verdade, a melhor forma de entender o Marketing Digital é se "afastar das árvores para conseguir ver a floresta", como na velha metáfora. Para ajudar nessa missão de ver o todo, criamos um modelo simples que representa as cinco grandes funções que qualquer time de Marketing deve se preocupar para conseguir gerar resultados:
Monitorar: As conversas e o marketing boca-a-boca sobre as marcas sempre aconteceram, mas na Internet é possível acompanhar o que as pessoas estão falando sobre a empresa e seus produtos e, caso necessário, agir adequadamente. Com o uso inteligente do monitoramento, também é possível descobrir e interagir "ao vivo" com pessoas que demonstram interesse no tema do seu negócio. Além disso, a Internet é um excelente meio para acompanhar as principais mudanças na sua indústria e os novos passos dos seus concorrentes, trazendo inteligência competitiva para a empresa.
Atrair: O primeiro grande passo para gerar resultados com o Marketing Digital é trazer visitantes para o seu site (ou comunidades/perfis nas mídias sociais). Há três maneiras principais de se fazer isso: (1) produzindo conteúdo relevante para seu público-alvo, (2) otimizando o seu site para melhorar sua colocação no Google e outras ferramentas de busca – prática conhecida como SEO – e (3) comprando mídia (anúncios) no próprio Google ou em outros sites que são visitados pelos seus potenciais clientes. Se bem equilibradas, essas atividades garantem um ótimo retorno sobre investimento em atração de clientes no curto e no longo prazo.
Relacionar: Para a grande maioria dos negócios, especialmente os B2B, não é exatamente na primeira visita ao site que o potencial cliente toma a decisão de comprar o seu produto ou serviço. O Marketing Digital permite que a empresa retenha esse visitante, se mantenha próxima dele e aos poucos vá gerando credibilidade e abrindo portas para o negócio se concretizar. Para isso, é importante estabelecer os canais e as práticas para se fazer esse relacionamento com os clientes atuais e potenciais.
Converter: Acima de tudo, o Marketing Digital deve ser visto como uma forma eficiente de gerar resultados ($) para a empresa. Ao longo do tempo, é preciso converter esses visitantes do site em clientes ou em oportunidades de negócio (Leads). Ao contrário das mídias tradicionais, na Internet há uma série de formas de conduzir o cliente para uma ação desejada, tais como entrar em contato com a Central de Atendimento, deixar informações de contato para que a equipe de vendas possa ajudá-lo, ou até mesmo a compra direta do produto ou serviço no próprio site.
Analisar: Uma das grandes vantagens do Marketing Digital se comparado às mídias tradicionais é a possibilidade de medir os resultados em detalhes. Mais do que isso, é possível identificar as ações que têm dado resultado e assim melhorar constantemente o Retorno sobre Investimento (ROI), cortando o que não funciona e aumentando os recursos onde o retorno é positivo.
Em linhas gerais, essas são as grandes missões que qualquer empresa deve fazer na Internet. Para quem ainda não está familiarizado, o ideal é começar de forma simples, mantendo um equilíbrio nesses cinco campos e investindo pouco a pouco para se aprofundar e conhecer melhor as técnicas de cada área. Aos poucos aqui na coluna vou me aprofundar e entrar nos aspectos práticos de cada função.
Fonte: Eric Santos/ Administradores 21.12.11

Quatro tendências do marketing digital para 2012


Fazer previsões é tão tradicional em finais de ano quanto amigo secreto, árvore de Natal, panetone, ceia e troca de presentes. Então para não fugir à regra também vou fazer o meu exercício de futurologia para 2012 em relação ao marketing digital.
Minhas previsões têm um grau de certeza muito maior que a de outros palpites por aí. Infelizmente, não porque a minha bola de cristal seja melhor (quem dera, estaria vendendo cada uma por alguns milhões de dólares!), mas porque não se tratam de conjecturas e sim de realidade. A verdadeira previsão na verdade é que as quatro tendências mencionadas aqui devem se tornar ainda mais importantes para as empresas em 2012 e nos próximos anos. Vamos a elas.
1. Vídeo é rei: Muitos especialistas estão dizendo que até 2015 cerca de 90% do conteúdo da internet será em vídeo, e não é difícil de acreditar. Mensalmente são postados no YouTube cerca de 900 mil horas de imagens, e à medida que câmeras e filmadoras se tornam cada vez mais acessíveis (já é possível fazer material de qualidade inclusive nos celulares mais simples), esse volume deve realmente aumentar.
Por outro lado, a popularização da banda larga e a integração com a TV (já existem aparelhos que permitem o acesso direto) começa a despontar, cresce também a audiência por esse tipo de conteúdo, criando oportunidades também para sua empresa. É o momento para investir ou atualizar o vídeo institucional, gravar depoimentos de clientes, divulgar produtos e serviços e colocar tudo à disposição no YouTube, com compartilhamento no site, blog e redes sociais.
Se você atua em alguma área de especialidade, estética por exemplo, é importante gravar vídeos de orientação sobre como se cuidar no verão, etc. Esse conteúdo serve não só para gerar referências como também mais credibilidade.
2. Marketing digital na nuvem: Pouco a pouco o conceito de cloud (nuvem), já bastante difundido nos EUA, começa a chegar no Brasil. Sites como UOL e Terra já oferecem a opção de se assistir a filmes e ouvir música sem a necessidade de mídias físicas, bastando baixá-las da "nuvem". Fornecedores de tecnologia como a Locaweb possibilitam às empresas armazenar todos os seus dados na "nuvem", acabando com a necessidade de possuir e manter dispendiosos servidores.
Da mesma forma, os serviços de marketing digital tendem também a ser realizados na "nuvem", e nada mais natural. Qual a diferença do trabalho de otimização do seu site, por exemplo, ser realizado por um técnico em São Paulo, Rio de Janeiro, Campo Grande ou Manaus se o trabalho garantir resultados e for orientado por profissionais locais?
Ao contrário de ser um risco, os serviços de marketing digital em nuvem significam uma vantagem. Tanto os clientes quanto as próprias agências podem contar com profissionais de qualidade, independente de onde estiverem e vão se tornar cada vez mais comuns.
3. Internet dentro da internet: Mark Zuckerberg, dono do Facebook, um dos sites que mais cresce no mundo em número de usuários (ultrapassou a marca dos 700 milhões este ano) já declarou que seu objetivo é transformar o Facebook em uma "internet dentro da internet". Isso siginfica que tudo o que é importante na web terá uma versão "facebookeada". Pode parecer megalomania, mas o fato é que já está acontecendo.
Empresas estão substituindo seus sites por fan pages; novos aplicativos como o Like Store permitem que lojas de e-commerce abram "filiais" no Facebook; há inclusive ferramentas dentro do Facebook que substituem o MSN e Twitter, tudo para que o usuário encontrar tudo o que precisa sem sair do site.
É muito cedo para dizer se o Facebook vai se tornar sinônimo de internet, mas por via das dúvidas é melhor você se preparar. Comece a fazer testes. Se ainda não possui, crie uma fan page da sua empresa. Tem um e-commerce? Monte um loja também na rede social. Integre tudo com seu site e outras mídias sociais e monitore o desempenho. Você pode descobrir novos e melhores canais de relacionamento com seus clientes e consumidores.
4. Fim do improviso no marketing digital: Há um pouco de otimismo nesta afirmação, mas à medida que aumenta a importância do marketing digital, igualmente aumenta a exigência por profissionais mais qualificados. E à medida que as ações se tornam mais complexas, ele também precisa planejar, coordenar e integrar as diferentes iniciativas (otimização, links patrocinados, e-mail marketing, redes sociais, mídias sociais). Além de técnicos, os profissionais e agências precisam ser estratégicos para garantir que o marketing digital realmente faça diferença.
Exemplo dessa nova tendência é o surgimento de metodologias como os "8Ps" do marketing digital, cuja finalidade é fazer com que as empresas aumentem os resultados dos seus investimentos na internet através de ações estruturadas.
Dessa forma, além de acompanhar as previsões, aproveite também para estudar métodos para aumentar os resultados com marketing digital em seu planejamento para 2012.

Fonte: Silvio Tanabe/Administradores 13.12.11

Top 10 de livros de Marketing mais vendidos em 2011


Entra ano e sai ano, mudam as tendências, os cenários, os mercados e os consumidores, mas Philip Kotler continua como o principal formador de opinião em Marketing. O norte-americano é, pelo quarto ano consecutivo, o autor da obra mais vendida do segmento. Marketing 3.0 – as forças que estão definindo o novo marketing centrado no ser humano é o livro mais lido do ano de acordo com o Top 10 de Livros mais vendidos de Marketing em 2011.

Há, no entanto, uma novidade no levantamento realizado pelo Mundo do Marketing anualmente a partir dos relatórios de vendas das livrarias e e-commerce da Saraiva, Siciliano, Fnac, Submarino, Cultura e Laselva deste ano. Kotler continua soberano, mas não com o clássico Administração de Marketing, desta vez, o segundo livro mais vendido do ano. Esta é apenas a segunda das cinco obras de Kotler no Top 10 de 2011. As outras são Princípios de Marketing, em sétimo lugar, Marketing para o Século XXI, em oitavo, e Marketing de A a Z , em décimo.

A lista deste ano mantém o número de cinco brasileiros entre os mais vendidos autores de Marketing. Quatro deles falam sobre o mercado digital. A Bíblia do Marketing Digital, de Cláudio Torres, está em terceiro lugar entre os livros mais vendidos no Brasil, seguido por A Revolução das Mídias Sociais, de André Telles, em quarto, Os 8 Ps do Marketing Digital, de Conrado Adolpho Vaz, em quinto, Marketing Na Era Digital, de Martha Gabriel, em sexto, e Gestão de Marketing e Comunicação, de Mitsuru Higuchi Yanaze, em nono.

O Top 10 de Livros mais vendidos de Marketing traz duas importantes mudanças em 2011. Pela primeira vez, o Mundo do Marketing considerou o resultado de vendas da Laselva, importante canal de compra entre executivos em viagens pelo Brasil. Outra alteração foi o número de obras analisadas para a formação do ranking. Ao contrário dos anos anteriores, em 2011, os 20 mais vendidos de cada livraria pontuaram para formar o ranking geral.

O resultando do levantamento feito este ano deixa claro a busca dos profissionais para se prepararem diante das transformações do mercado. Se nos anos anteriores o livro mais vendido - Administração de Marketing - conseguia a primeira posição no ranking por ser o mais recomendado pelas faculdades e MBAs, Marketing 3.0 e todas as obras focadas no mercado digital dão a dimensão de que o mundo realmente mudou. 

Veja aqui o ranking completo de 2011: 
 Título AutorEditora
 1 Marketing 3.0 - As Forças que Estão Definindo o Novo Marketing Centrado no Ser Humano Philip Kotler Campus Elsevier 
 2 Administração de Marketing Philip Kotler Pearson Education 
 3 A Bíblia do Marketing Digital  Cláudio Torres  Novatec 
 4 A Revolução das Mídias Sociais  André Telles  M. Books 
 5 Os 8 Ps do Marketing Digital - O Seu Guia Estratégico de Marketing Digital  Conrado Adolpho Vaz  Novatec 
 6 Marketing Na Era Digital - Conceitos, Plataformas e Estratégias  Martha Gabriel  Novatec 
 7 Princípios de Marketing  Philip Kotler  Pearson 
 8 Marketing para o Século XXI - Como Criar , Conquistar e Dominar Mercados  Philip Kotler  Ediouro 
 9 Gestão de Marketing e Comunicação - Avanços e Aplicações  Mitsuru Higuchi Yanaze  Saraiva 
 10 Marketing de A a Z - 80 Conceitos que Todo Profissional Precisa Sabe  Philip Kotler Campus Elsevier 
 Fonte: Mundo do Marketing, com Saraiva, Siciliano, Fnac, Cultura, Submarino, Laselva  


Fonte: Bruno Mello/Mundo do Marketing/14.12.11

Opinião: A avaliação do trabalho de relacionamento com a mídia

Há algum tempo (e há quem ainda advoga essa ideia), defendia-se nas organizações a tese de que não é possível mensurar o retorno do trabalho (ações, produtos e estratégias) em comunicação porque investimento em comunicação se legitima e dá frutos apenas a médio e longo prazos.

Na prática, essa perspectiva explicita uma meia verdade porque, apesar das dificuldades, sempre é possível dispor de indicadores que apontam para a eficácia/eficiência ou não de um trabalho realizado. Com a comunicação, não é diferente e é possível sempre dispor de elementos (mais ou menos precisos) para avaliar ações, estratégias e produtos. Não fosse assim, estaríamos nós, comunicadores, em maus lençóis porque, numa sociedade que prega e pratica a chamada relação custo x benefício, não é razoável investir em coisa alguma que não pode ser avaliada.

O tempo passou e felizmente as organizações (e os comunicadores) se deram conta de que o problema não está na impossibilidade de se mensurar o retorno em comunicação, mas na definição de metodologias e conceitos que permitem esta avaliação.

Evidentemente, é preciso reconhecer que muitas organizações (a maioria?) ainda se baseiam na intuição, na percepção de seus gestores para garantir que um trabalho em comunicação foi ou será bem sucedido. Um equívoco formidável, se levarmos em conta a complexidade da maioria das ações e estratégias de comunicação, a multiplicidade de públicos (cada um com suas peculiaridades, demandas e expectativas) e a convergência das mídias. Ficar dependente da intuição, sem recorrer a processos mais sistemáticos, mais refinados, significa abrir mão da inteligência em comunicação e aumentar a vulnerabilidade da empresa. Não se pode sair por aí atirando no escuro ou buscando justificativa no provérbio superado: "o negócio é jogar a rede e o que cair é peixe!".

Engana-se, no entanto, quem imagina que, superada esta primeira etapa (a comunicação dá para ser mensurada), o mundo ficou mais fácil para os comunicadores empresariais e, em particular, para os assessores de imprensa.

Na verdade, o problema começa exatamente aí: como medir, como avaliar? A questão está colocada porque continuamos ainda nos valendo de instrumentos antigos, ultrapassados para realizar o trabalho necessário, indispensável de avaliação. Com a emergência das redes sociais, a tarefa ficou mais difícil, mais ampla e, se os objetivos forem muito abrangentes, quase irrealizável, pelo menos se levarmos em conta o tempo, o esforço e os custos que esse trabalho acarreta.

Dado o escopo deste artigo, vamos nos ocupar especificamente do trabalho de relacionamento com a mídia, a atividade mais freqüente das agências ou assessorias em comunicação.

Como o mercado em geral (há boas exceções, felizmente) avalia a eficácia de um trabalho de assessoria de imprensa?

Simples. Coleta-se o material publicado pela mídia (impressa, eletrônica, redes sociais etc) - utilizamos o termo clipping para designar esta etapa- e procede-se à sua análise que, quase sempre, se reduz à totalização da centimetragem (veículos impressos) ou espaço (no caso de rádio e TV) ocupado pelo material publicado sobre a organização e a angulação positivo x negativo. Privilegia-se a quantidade, sem obedecer a quaisquer outros parâmetros. A desculpa é que o cliente deseja assim e por isso as coisas são feitas dessa forma.

Há uma hipocrisia imensa neste processo acanhado, inadequado de avaliação. Sempre será mais difícil, mais complicado personalizar o esforço de relacionamento, concentrando-se nos veículos que realmente impactam os públicos de interesse das organizações. Por isso, a maioria das organizações e as agências (assessorias de imprensa, relações públicas e de comunicação) preferem disparar releases - a internet facilitou e barateou este processo- tentando obter o maior retorno (?) possível: número de inserções na mídia. Pouco importa, para muitas delas, se a publicação ocorreu em veículos ou programas ou mídias sociais que não atingem o público esperado ou mesmo se o que foi publicado está ou não afinado com os objetivos estratégicos da organização. O negócio é aumentar o volume de recortes, espaços em sites e portais e posts nas mídias sociais e, com isso, impressionar o cliente ou patrão.

Não é incomum encontrarmos assessorias que remetem material para veículos, programas etc que nunca viram ou nunca leram, baseando-se apenas em cadastros de jornalistas ou de jornais/revistas, programas de rádio ou televisão ou personalidades nas redes sociais. Muitas nunca irão, inclusive, ficar sabendo se o material foi ou não publicado porque, em geral, o clipping é falho, porque é mesmo impossível (embora as clipadoras prometam isso) acompanhar tudo o que sai na mídia, com tantos veículos, programas, perfis de Twitter ou Facebook. Logo, adotam uma postura que denota pouca inteligência, pouco profissionalismo e um desrespeito ao cliente que vê seu nome exposto sem qualquer controle.

Muitas agências (e assessorias internas nas empresas) chegam a converter o espaço publicado em verba publicitária, confundindo propaganda com informação. A justificativa é que assim fica mais fácil convencer o patrão ou o cliente de que o custo do trabalho está bem pago. O papo é: "se o cliente fosse pagar o material publicado, gastaria tantos reais, logo o nosso trabalho dá lucro para a empresa". Besteira maior seria impossível e, na prática, os clientes e patrões que acreditam nesse argumento gostam mesmo de ser enganados. No fundo, eles jamais pagariam qualquer coisa para publicar suas notícias na maioria dos veículos, programas, redes sociais que integram o clipping porque eles não atendem aos seus objetivos estratégicos, não impactam os seus públicos de interesse. Compram gato por lebre e não conseguem distinguir (assim como os seus assessores) relacionamento com a imprensa da simples emissão de releases e captação das inserções publicadas.

O trabalho de relacionamento com a mídia pressupõe outros atributos e, em muitos casos, pode ser ótimo, mesmo quando nenhuma notícia ou reportagem  foi publicada. A proposta moderna, inteligente, é abrir canais, apresentar as fontes da organização, subsidiar o trabalho da imprensa, estabelecer uma parceria permanente. A boa organização não é aquela que apenas divulga releases (tem empresa contratando agência por número de releases mensais enviados!) mas que dialoga com os jornalistas e veículos, conhece as suas demandas e que, por isso, não perde tempo encaminhando informações irrelevantes para as redações.  Pelo perfil da maioria das salas de imprensa na Web (absolutamente inadequadas, com pouquíssimas exceções) dá para perceber que as agências, assessorias etc ainda têm muitos desafios a superar.

Os jornalistas não podem ser vistos como simples mediadores de um processo de veiculação de notícias, mas como profissionais que gostam de estar bem informados e que, mais do que releases (alguns horrorosos), precisam de informação qualificada, necessitam de fontes e , como todo ser humano, valorizam os relacionamentos.

Avaliar o trabalho de assessoria de imprensa implica levar em conta esses pressupostos, o que não significa que não se deva analisar o material publicado. Uma análise que não se limita apenas a somar espaço ou tempo de divulgação, mas a entendê-lo em seus detalhes, sob uma perspectiva estratégica que contempla também, comparativamente, a avaliação dos concorrentes, é fundamental.

Como uma empresa pode saber se está "bem na fita" se não tem parâmetros para avaliar a sua divulgação? Como a TAM pode chegar à conclusão de que está vencendo a batalha na imprensa, se não tem os dados da Gol ou da Azul? Como a Fiat pode saudar a sua presença na mídia se não dispõe dos dados comparativos da Volks e da GM?

A avaliação do trabalho de assessoria de imprensa passa necessariamente pelo clipping, mas ele não é o fim em si mesmo e, quando há estratégia, inteligência em comunicação, indica mais do que o total do espaço ou tempo ocupado por notícias e reportagens.

As assessorias competentes sabem disso, mas a maioria continua fazendo a lição de casa errada porque é mais trabalhoso e mais caro fazer direito. E, convenhamos, a maioria dos clientes não deseja mesmo algo melhor porque tem uma visão pouco profissional do esforço de relacionamento com a mídia.

A avaliação do retorno no relacionamento com a mídia exige planejamento, experiência no trato com a imprensa e, sobretudo, conhecimento de metodologias adequadas, que devem ser definidas em função dos objetivos e do perfil específico da estratégia de divulgação.

É forçoso reconhecer que este não é mesmo um trabalho fácil de ser feito. Mas para as empresas e agências que vivem de mandar releases, o importante é somar recortes, número de posts, citações em programas de rádio e TV etc. Elas são amadoras e, com certeza, já perderam o bonde da história e representam o passado distante na Comunicação Empresarial.  Sem meias palavras (não compartilhamos da hipocrisia que predomina na área), é preciso deixar claro que agências, assessorias e clientes que agem desta forma se merecem. Implantar um sistema de inteligência em Comunicação não é mesmo para qualquer um.

Fonte: Wilson da Costa Bueno/PortalImprensa/09.12.11

O futuro da comunicação é agora


No último mês, participei de uma série de seminários sobre variados temas em torno da internet, redes sociais, marketing e consumidores. Realidade plausível: estamos diante de um panorama mutante.
Mais do que perceber quais serão as inovações que os atuais meios de comunicação (TV, rádio, jornais, revistas, internet) sofrerão daqui por diante, é notar que as pessoas em si estão em processo de mudança, seja pela nova dinâmica político-sócio-econômica, pela redefinição geográfica do planeta do ponto de vista da mobilidade financeira e política, ou mesmo de novos instrumentais – já não tão novos assim (a internet já tem 40 anos, a web 20 anos) que sugerem uma ruptura daquele modelo estático prevalente durante tantos anos, imposto por meio do cinema, mídia impressa, rádio e TV. As pessoas já não querem mais ficar numa posição receptora; querem estar conectadas com o mundo, participando, dando suas versões sobre os fatos, criticando, gerando conteúdo, atuando como verdadeiros atores no palco da internet.
Isto tudo tem uma simbologia maior perante o enigma: como conduzir os negócios daqui por diante? Como tratar as próximas eleições perante um mercado eleitoral em mutação? Como definir as estratégias de marketing para colocar meu clube de futebol na crista da onda? São perguntas básicas de um extenso roteiro de condutas comunicacionais, que estão na pauta do dia. A resposta está onde sempre esteve, não no produto, mas no consumidor.
Certa vez, o MacDonald's quis aumentar as vendas dos milk-shakes e contratou uma série de pesquisadores para identificar possíveis mudanças no produto, a fim de torná-lo mais atrativo para o consumo: mais doce, mais grosso, mais gelado. Enfim, quase todos os pesquisadores fixaram seus esforços em torno das qualidades do produto, apenas um, Gerald Berstell, ignorou a bebida em si e focou nos consumidores. Sentou-se numa das lojas e ficou por horas a fio estudando o comportamento do cliente comprador de milk-shake. A primeira novidade identificada foi a de que a maior parcela de venda era realizada no período da manhã, por volta das 8 horas, o que contrariava as suposições iniciais, afinal, aquele era o horário do café e ninguém em sã consciência iria optar por uma bebida gelada tão cedo. Engano. Depois outro fato chamou a atenção, as pessoas compravam apenas o produto sem nenhum acompanhamento e saiam rapidamente para seus carros em direção ao trabalho. Foi então que Berstell deduziu que o produto tinha aquela aceitação matutina por não queimar as mãos, enquanto dirigia; não era grosso para dificultar o consumo e nem tão ralo para terminar logo. Em suma, um produto feito para o consumidor dos novos tempos.
Pois é exatamente esse tipo de atitude que muitas vezes falta aos nossos planejadores e estrategistas de comunicação e marketing. Não precisa ficar brigando contra a correnteza. É preciso apenas aprender a ler nas entrelinhas, saber o exato momento de subir às ondas e surfar. Tudo isso está na fonte: o consumidor.
Neste momento, estamos passando por uma grande mudança comportamental no que diz respeito ao consumo de produtos e serviços. A classe C está tomando conta do mercado brasileiro, já são mais de 100 milhões de pessoas (53,9% da população), 56% estão na internet, 50% são usuários de banda larga e respondem por quase 60% de participação nas redes sociais. Quem não souber fazer a leitura adequada desse novo cenário ficará fora do jogo, seja ele no posicionamento de produtos e serviços, nas próximas eleições, nas estratégias de marketing esportivo, ou de qualquer ação que careça da comunicação para seu sucesso.
Por isso devemos apostar as fichas numa maior compatibilidade tecnológica associada às cátedras de comunicação, filosofia, psicologia, sociologia, antropologia. Tudo isso para cada vez mais entender as nuances do mercado e o sentimento do consumidor. Trilhando esse caminho encontraremos os melhores resultados em todos os âmbitos.

Fonte: Laércio Pimentel/Administradores 07.12.11

Cinco segredos para vender bem na internet


O diretor de negócios da empresa de marketing digital Media Factory, Gabriel Kenski, ensinou nesta terça-feira (29) cinco passos essenciais para fazer boas vendas na internet. Ele foi um dos palestrantes do seminário Digitalks, em São Paulo.

  1. Landing Page – Kenski defende que sejam usadas técnicas de performance na página onde chegam os possíveis clientes, para que ela seja bonita, elegante e confiável. Segundo ele, de nada adianta fazer uma grande divulgação do site se o layout da página parecer que o cartão do cliente vai “aparecer imediatamente nas banquinhas da Santa Efigênia”. 
  2. Fluxo de venda – Para o diretor, o site de venda deve ser pensado para ter navegabilidade agradável ao usuário. 
  3. Ter preços competitivos – Assim como no comércio físico, os usuários comparam os preços. 
  4. Condições – Pagamento facilitado e frete adequado pode pesar a decisão do cliente para o seu site. 
  5. Promoções – Trabalhar com incentivos para vendas, em especial em datas festivas, pode trazer bons resultados.
Além desses cinco passos básicos, outras soluções simples, como uma conversa por telefone com o cliente, podem ser efetivas, de acordo com Kenski.
Os resultados online são facilmente rastreáveis, segundo Kenski. E quem quiser trabalhar com marketing online vai ter que desenvolver o gosto pelos números das tabelas de resultados. 

- Geralmente, o pessoal que trabalha mais com criatividade vem para trabalhar com marketing. Mas no caso de marketing online, não tem jeito: vai ter que ver números. E com os esses números será possível mensurar os resultados.


Fonte: João Varella/ R7 29.11.11

Revolução digital: o que as empresas devem saber


Na segunda parte da conversa com Romeo Busarello, Diretor Digital e de Relacionamento da Tecnisa, e Marcelo Coutinho, Diretor de Inteligência do Terra, na TV Mundo do Marketing, o tema é como as empresas devem tomar decisões no dia a dia para lidar com a revolução digital. Um dos principais pontos, segundo Busarello, é não economizar na contratação de executivos experientes, com bons contatos e que trabalhem exclusivamente com internet.
Um aspecto essencial para um bom trabalho é que as empresas não tenham medo de errar, pois isto é comum quando se lida com Marketing Digital. Coutinho cita a frase de Thomas Watson, da IBM, de que a melhor maneira de aumentar a taxa de sucesso é dobrar a de fracasso, ou você não está inovando o suficiente.
No mercado brasileiro, um grande paradigma para toda a cadeia de comunicação é entender que o consumidor não vive uma vida separada entre online e offline, mas está cercado de interações o tempo inteiro. Uma pesquisa do Ibope já mostrou que 76% dos internautas navegam na web enquanto assistem à televisão. Para lidar melhor com este mundo, as empresas devem parar de perceber o seu público alvo como passivo e buscar ações de criatividade. Veja a entrevista completa na TV Mundo do Marketing, abaixo. A primeira parte está aqui.
Fonte: Fernanda Salem/Mundo do Marketing 18.11.11

Gastos com mídias digitais crescem 25% em 2011

Rio de Janeiro - Os investimentos em mídias digitais cresceram 25% em 2011 no mundo, diz levantamento da Razorfish, agência internacional de Marketing Interativo e tecnologia. O estudo ressalta que o motivo principal é a evolução do Facebook como plataforma de mídia paga.

A importância da rede é destacada: seu tráfego cresceu 69% no ano, enquanto na web houve queda de 9%. Como principais meios de atingir o consumidor com ações de marketing, a pesquisa cita o “Gamification”, jogos sociais que as empresas vem aproveitando intensivamente, e o Social Cloud, para acelerar a interação de conteúdo, ao conectá-lo a diferentes comunidades.
Outro destaque é o fenômeno do “always-on phone”, consequência da explosão de tablets e smart phones, que fez a mobile mídia dobrar em 2011.
Cerca de 80% dos entrevistados afirmam que usam o celular enquanto assistem TV e 38% procuram mais informações no aparelho sobre os produtos que vêem na tela. O resultado mostra a importância da cross media para os anunciantes alinharem sua comunicação às ofertas em mobile.
Fonte: Fernanda Salem/ Mundo do Marketing 11.11.11
 

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