Web Expo Forum 2010

Em paralelo ao Fórum de Debates que polariza o Web Expo Forum 2010, de 17 a 19 de março, acontece uma série de workshops focados em tecnologia e marketing e negócios digitais. Mais de 20 palestras fazem parte da grade e serão apresentadas por especialistas e profissionais com grande experiência no mercado.

As apresentações acontecem no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca, em São Paulo, com promoção das revistas TI Inside, Teletime e Tela Viva, com organização da Converge Comunicações. Veja os temas e palestrantes já confirmados:

*As novas funcionalidades do HTML 5, Juliana Padron, designer de interfaces da Virid.

* Mapa da Mobilidade: as tecnologias e os negócios que estão à disposição das empresas no novo mundo móvel, Guilherme Santa Rosa, vice-presidente de tecnologia e P&D da Mowa.

* Monitoramento de redes sociais, Renato Shirakashi, diretor de tecnologia do Scup da Directlabs.

* Como desenvolver aplicações 2.0 com Share Point 2010, Rodolfo Roim, MVP Lead, Community & Online Support da Microsoft Brasil.

* GeoTargeting, WebSemântica e Mobile, Giordani Pasqualon, coordenador em BI/SEO da Media Contacts. 

* Como criar, customizar e compartilhar vídeo na web 2.0, Rubens S. Meyer, diretor da divisão de comunicação digital da S2.

* Wikis corporativos e wiki way, Sérgio Storch, consultor.

* Meios de pagamento online, Juliano Motta, diretor de Marketing do UOL.

* Software 2.0: o que vai mudar?, Marcos Aurélio Carvalho, diretor de planejamento da AM4.

* Integre as suas redes sociais (Twitter, Facebook e Linkedin) ao seu Portal ou Intranet, Thiago Cruz B. Soares, diretor de produtividade e colaboração da IT Lab.

* Integrando aplicativos Web com Redes Sociais, Mauro Sant´Anna, diretor da MAS Consultoria.

* Inteligência Competitiva 2.0, Isabel de Cássia Santos Ribeiro, assessora da superintendência do SEBRAE-BA.

* As novas regras do e-mail marketing, Walter Sabini Jr, CEO da Virid Interatividade Digital.

* Negócios e marketing digital, Paola Zingman, diretora de SEO & SMM da Media Contacts.

* Twitter aplicado aos negócios, Leandro Bravo, consultor de novas mídias.

* O que é Social Cast?, Luciano Palma, especialista em Mídias Sociais.

* Rede Social para Adolescentes: desafios de um modelo de negócio, Alisson Pedro, diretor geral da Sulake para Brasil e Portugal.

* Content Strategy, Marcelo Negrini, diretor de marketing da LabOne.

* WAP X HTML - como os sites móveis estão ficando mais interessantes, Marcelo Castelo, sócio-fundador da F.biz.

* Inovação digital e negócios em mídia social, Gil Giardelli, da Gaia/ESPM.

* Inovação e Gestão 2.0, José Cláudio C. Terra, CEO da TerraForum.

* Tatuagem Digital!? Essa todos nós (empresas e profissionais) já fizemos, Waldir Arevolo, consultor sênior na TGT Consult.

* Além do clique: como utilizar técnicas de persuasão online para gerar conversão de visitantes em clientes, Conrado Adolpho, publicitário.

*Educação 2.0, Márcia Maria de Matos , coordenadora do cursos de Internet do Sebrae

* Como incluir as PMEs na Web 2.0, Vivianne Vilela, analista de projetos de atendimento e relacionamento com o cliente nas redes sociais do SEBRAE/Nacional.

* Integrando e-mail marketing e redes sociais, Silvio Hagui, diretor de Desenvolvimento de Soluções da ASSESSO.

Mais detalhes da programação do Forum, workshops e exposição no site www.webexpoforum.com.br/2010 ou pelo telefone 0800 77 15 028. As inscrições com preço promocional vão até esta sexta-feira, 26. Da Redação

SEO é essencial para jornalistas e redatores


Fazer bons títulos hoje significa usar bem as palavras-chave e ser destacado pelos buscadores. Fique atento também para o efeito cauda longa, conheça novas ferramentes e valorize press releases.
SEO (search engine optimization) é um conjunto de estratégias que visam melhorar o posicionamento do site nos resultados de busca, principalmente do Google.
Atualmente, é uma das áreas em maior crescimento no mercado do marketing digital – afinal quem não quer aparecer na primeira página do Google?
Porém, muitas pessoas relacionam o SEO à questão técnica e acham que basta um especialista para otimizar o site, para que em seguida ele comece a aparecer na primeira página de resultados de busca do Google.
Mas na verdade o conteúdo é a matéria-prima essencial para o trabalho de SEO.
conteúdo é o rei, pois quando as pessoas realizam buscas elas não procuram empresas – elas procuram conteúdo relevante para atender algumdesejo naquele momento. Os jornalistas são profissionais que têm muito a ganhar (ou a perder), pois o mercado está valorizando a cada dia quem tem conhecimentos em SEO.

A importância do SEO para o jornalista

SEO é a sigla de Search Engine Optimization, quer dizer otimização de sites. Basicamente são técnicas que tornam um site mais fácil de ser encontrado nos sites de busca, essencialmente o Google.
Estatísticas mostram que ao realizar uma pesquisa no Google, 60% das pessoas clicam nos três primeiros resultados e 80% não vão para segunda página de resultados.
O resultado final do trabalho do jornalista é a matéria publicada no site, correto? Do ponto de vista do SEO, o resultado final do trabalho do jornalista é sua matéria encontrada no Google e outros buscadores.
O ponto de partida para compreender a importância do SEO são as palavras-chave digitadas pelos usuários no momento da busca. Nos grandes eventos, como terremoto Haiti, morte de Michael Jackson ou Arruda, sabemos que conteúdos com estes termos aparecem no Google News na primeira posição.
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Ou seja, aparecer nas buscas é fundamental para o jornalista se destacar na internet. A propósito, a matéria acima está no blog do Noblat.

SEO exige conhecimentos técnicos?

Sim, mas isso é responsabilidade dos desenvolvedores web que devem saber as boas práticas da programação com foco em SEO. Alguns fatores fundamentais para o Google classificar os sites são:
  • TITLE. É o título da página entre as tags. São apresentados como títulos dos resultados de busca no Google.
  • URL. É o endereço da página e deve ser amigável, ou seja, ao ler a URL temos que conseguir identificar o assunto que iremos ler na página.
  • Domínio. É muito comum você pesquisar uma determinada palavra-chave no Google e o primeiro site ter o domínio exatamente igual à palavra pesquisada. O domínio também é um fator de importância muito alta para o SEO.
Uma dica muito simples de identificar como o Google “enxerga” um determinado site: digite “site:seusite.com.br” no Google. Os resultados irão apresentar apenas as páginas indexadas do seusite.com.br.
Note que pesquisando “site:tecnisa.com.br” temos mais de 66 mil páginas indexadas.
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Como escrever pensando em SEO

Escrever com o foco nas palavras que as pessoas buscam pode parecer um sacrilégio para um jornalista tradicional, porém é preciso olhar com uma nova perspectiva se quisermos quebrar paradigmas e usufruir do potencial de usar as buscas a nosso favor.
Pense no seguinte cenário: será lançado um site, cujo público alvo seriam mulheres que desejam emagrecer.
Como definir a linha editorial do site? Não sou jornalista, portanto irei pular esta parte e irei para uma pergunta mais específica:
Qual a palavra mais pesquisada: dieta ou emagrecimento?
Saber a resposta para esta pergunta é fundamental para alinhar a linha editorial com os desejos de busca das pessoas.
A imagem abaixo foi gerada na ferramenta de palavras-chave que permite analisar o volume de buscas das palavras. As palavras dietas e dieta somam 547 mil buscas/mês, enquanto emagrecimento tem “apenas” 22,2 mil buscas/mês.
Isso significa que o site que estiver em primeiro lugar nos resultados orgânicos (gratuitos) terá 547 mil possibilidades de ser clicado! O site da Boa Forma, da Abril, está em primeiro para as palavras dieta e dietas.
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Cauda longa de conteúdo como sugestão de linha editorial

Percebe-se claramente um comportamento de busca de tipos de dietas: dieta dos pontos, dieta da sopa, dieta atkins, etc.
Ao colocar estas palavras em um gráfico do Excel, temos uma distribuição do tipo “cauda longa” na qual podemos notar que existem nichos de busca para cada tipo de dieta.
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Se você pesquisar no Google, irá notar que para cada tipo de dieta os resultados mudam radicalmente. Pelo conceito da cauda longa, a estratégia será tentar ficar nas primeiras posições para as dezenas de palavras-chave da cauda longa (dieta dos pontos – 90,5 mil, dieta da sopa – 33,1 mil e dieta atkins – 22,2 mil, etc.).

Como escrever para cauda longa

1. Seja simples. Crie artigos com títulos iguais ou muito próximos das palavras-chave. Não enfeite com floreios (como “Para quem gosta de sopa, a dieta ideal”), pois isso prejudica muito o objetivo de conquistar as primeiras posíções. Portanto, o título deve ser Dieta da sopa.
2. Crie artigos com combinações das palavras-chave. “Qual a melhor dieta: dieta dos Pontos ou dieta da Sopa?”, “5 dietas para emagrecer rápido”, etc.
A cauda longa é apenas uma forma de compreender o comportamento de busca das pessoas, pois nos mostra claramente o grau de interesse em torno de um tema. Ignorar estes números é fechar os olhos para novos horizontes para o jornalismo, pois a verdade é que o valor está cada vez mais no conteúdo relevante e não na força dos grandes portais.

Redes sociais e SEO

O Google utiliza links como votos para classificar os sites, portanto conquistar links em sites relacionados é fundamental para ganhar relevância para o Google.
As redes sociais são uma forma de multiplicar a divulgação do site de forma natural e viral, e a consequência é que as pessoas criam links em seus sites apontando para artigos específicos.
Algumas redes sociais são bem indexadas pelo Google, como WordPress.com, Slideshare.net e Youtube.com. Portanto, é fundamental analisar como gerar conteúdo em diferentes formatos que possam ser publicados nas redes sociais.
redes-sociais-visao-geral
O tradicional press-release deveria ser repaginado para as novas tendências da internet. Afinal, se os sites mesclam vídeos, aúdios, fotos e apresentações, por que os press-releases continuam a ser enviados nos formatos tradicionais?
  • Youtube e outros sites de vídeos. Seu cliente possui um produto/serviço onde um vídeo seria o formato ideal para explicar o conceito ou a maneira de usar? Publicar vídeos e recomendá-los para os veículos aumentará a chance do seu cliente ter sua marca promovida dentro de portais.
  • Fotos no Flickr. O Flickr é um dos sites de fotos mais populares, pois é possível compartilhar, comentar e salvar fotos como favoritas. Ele é muito mais do que apenas um repositório de fotos. Usando tags em eventos é possível criar álbuns colaborativos com as fotos de vários usuários. Vejam as fotos do Joomla! Day Brasil 2009, no qual a pessoas publicaram fotos com a tag “JDBR09″ e o resultado é um álbum colaborativo com mais de 100 fotos.
  • Slideshare. Apresentações corporativas: o Slideshare é o maior portal de apresentações corporativas da internet. Alguns produtos/serviços são melhor apresentados no formato de apresentação corporativa e, além disso, é muito comum encontrar apresentações do Slideshare quando realizamos buscas no Google.
  • Twitter. A grande sensação do momento é o Twitter que se popularizou de uma forma muito veloz e já faz parte do dia-a-dia de muitas pessoas. Como as pessoas seguem pessoas ou empresas de acordo com o tema de interesse, é natural pensar que o trabalho de assessoria de imprensa pode ser a gestão do Twitter do cliente.

Ferramentas de SEO para jornalistas

Existem ferramentas disponíveis gratuitamente para facilitar o trabalho de SEO com foco em conteúdo.
  • Ferramenta de Palavras-Chave (Keyword Tool). Esta ferramenta é gratuita e está disponível no endereço
    https://adwords.google.com/select/KeywordToolExternal
    Ela mostra os volumes de busca de palavras no Google.
  • Google Insights for Search. Permite comparar as tendências de busca de até 5 palavras-chave. http://www.google.com/insights/search
Podemos entender os picos de busca de determinadas palavras-chave gerados por eventos específicos, como morte (Michael Jackson), sucesso repentino (Susan Boyle) ou fama (Ivete Sangalo).
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google-insights-for-search
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Conclusão

Existe um universo de possibilidades para SEO e jornalismo, porém cabe ao profissional de jornalismo procurar realmente criar conteúdo de maneira criativa e inovadora e ter, ao mesmo tempo, como um dos objetivos ser encontrado pelos buscadores.
Fonte: Por Marcio Okabe [Webinsider]

Internet 2009 in numbers



What happened with the Internet in 2009?
What happened with the Internet in 2009?
How many websites were added? How many emails were sent? How many Internet users were there? This post will answer all of those questions and many more. Prepare for information overload, but in a good way. ;)
We have used a wide variety of sources from around the Web. A full list of source references is available at the bottom of the post for those interested. We here at Pingdom also did some additional calculations to get even more numbers to show you.
Enjoy!

Email

  • 90 trillion – The number of emails sent on the Internet in 2009.
  • 247 billion – Average number of email messages per day.
  • 1.4 billion – The number of email users worldwide.
  • 100 million – New email users since the year before.
  • 81% – The percentage of emails that were spam.
  • 92% – Peak spam levels late in the year.
  • 24% – Increase in spam since last year.
  • 200 billion – The number of spam emails per day (assuming 81% are spam).

Websites

  • 234 million – The number of websites as of December 2009.
  • 47 million – Added websites in 2009.

Web servers

  • 13.9% – The growth of Apache websites in 2009.
  • -22.1% – The growth of IIS websites in 2009.
  • 35.0% – The growth of Google GFE websites in 2009.
  • 384.4% – The growth of Nginx websites in 2009.
  • -72.4% – The growth of Lighttpd websites in 2009.
Web server market share

Domain names

  • 81.8 million – .COM domain names at the end of 2009.
  • 12.3 million – .NET domain names at the end of 2009.
  • 7.8 million – .ORG domain names at the end of 2009.
  • 76.3 million – The number of country code top-level domains (e.g. .CN, .UK, .DE, etc.).
  • 187 million – The number of domain names across all top-level domains (October 2009).
  • 8% – The increase in domain names since the year before.

Internet users

  • 1.73 billion – Internet users worldwide (September 2009).
  • 18% – Increase in Internet users since the previous year.
  • 738,257,230 – Internet users in Asia.
  • 418,029,796 – Internet users in Europe.
  • 252,908,000 – Internet users in North America.
  • 179,031,479 – Internet users in Latin America / Caribbean.
  • 67,371,700 – Internet users in Africa.
  • 57,425,046 – Internet users in the Middle East.
  • 20,970,490 – Internet users in Oceania / Australia.
Internet users by region

Social media

  • 126 million – The number of blogs on the Internet (as tracked by BlogPulse).
  • 84% – Percent of social network sites with more women than men.
  • 27.3 million – Number of tweets on Twitter per day (November, 2009)
  • 57% – Percentage of Twitter’s user base located in the United States.
  • 4.25 million – People following @aplusk (Ashton Kutcher, Twitter’s most followed user).
  • 350 million – People on Facebook.
  • 50% – Percentage of Facebook users that log in every day.
  • 500,000 – The number of active Facebook applications.

Images

  • 4 billion – Photos hosted by Flickr (October 2009).
  • 2.5 billion – Photos uploaded each month to Facebook.
  • 30 billion – At the current rate, the number of photos uploaded to Facebook per year.

Videos

  • 1 billion – The total number of videos YouTube serves in one day.
  • 12.2 billion – Videos viewed per month on YouTube in the US (November 2009).
  • 924 million – Videos viewed per month on Hulu in the US (November 2009).
  • 182 – The number of online videos the average Internet user watches in a month (USA).
  • 82% – Percentage of Internet users that view videos online (USA).
  • 39.4% – YouTube online video market share (USA).
  • 81.9% – Percentage of embedded videos on blogs that are YouTube videos.

Web browsers

Web browser market share

Malicious software

  • 148,000 – New zombie computers created per day (used in botnets for sending spam, etc.)
  • 2.6 million – Amount of malicious code threats at the start of 2009 (viruses, trojans, etc.)
  • 921,143 – The number of new malicious code signatures added by Symantec in Q4 2009.
Data sources: Website and web server stats from Netcraft. Domain name stats from Verisign andWebhosting.info. Internet user stats from Internet World Stats. Web browser stats from Net Applications. Email stats from Radicati Group. Spam stats from McAfee. Malware stats fromSymantec (and here) and McAfee. Online video stats from ComscoreSysomos and YouTube. Photo stats from Flickr and Facebook. Social media stats from BlogPulse, Pingdom (here andhere), TwittercounterFacebook and GigaOm.

Engajamento de Redes Sociais



engajamento de mídias sociais e redes sociais
Engajemento de Redes Sociais
O engajamento de Redes Sociais será um diferencial estratégico em 2010. Sem dúvida quem estiver engajado com seu público-alvo poderá obter forte vantagem competitiva em relação aos seus concorrentes.

A integração de Redes Sociais é outro aspecto a ser considerado. Recentemente a Drimio, Rede Social de marcas de produtos e serviços, disponibilizou para seus usuários integração com o Twitter e o Facebook. Esse tipo de integração é cada vez mais comum e colabora de maneira eficiente para o engajamento da marca.
O X da questão é: como promover um engajamento entre um público-alvo e uma marca por meio das Redes Sociais? É uma resposta complexa, mas vou tentar responder de forma simples. Relacionamento, Listening (escutar e monitorar seu público-alvo) e monitoramento de marca são essenciais. Além disso, criar uma página de fãs ou um grupo em redes como o Facebook promovendo a participação de seus membros é um bom começo. No entanto, quanto mais amplo for o alcance, maior será o resultado.
Gerar leads qualificados para promover o engajamento entre o público-alvo e a marca é uma boa tática. Isso pode ser feito utilizando Redes Sociais de notícias, também conhecidas como Socialbookmarking. Como podem notar, ao final do post existem diversas redes que promovem o engajamento com leitores e clientes da Blogs Business.
É importante esclarecer que engajamento não é apenas mais uma métrica e sim, um diferencial que pode influenciar nos resultados se bem trabalhado.

ABC demite e aposta em "jornalista digital"



A rede de notícias ABC News, do grupo Disney, anunciou que vai reduzir seu expediente em cerca de 25%, o que significa a demissão de 300 a 400 pessoas.
A rede vai apostar no que chamou de "jornalistas digitais", profissionais que produzem, gravam e editam boa parte de seu material.
Em um memorando para os funcionários, o presidente da ABC News David Westin afirmou que a "transformação" vai resultar em divisões menores. 
Esta semana, outras iniciativas de tentar reorganizar o jornalismo foram anunciadas.
A AOL adotou um software que varre o conteúdo que está sendo gerado na web e aponta quais são os assuntos mais "quentes" daquele momento.
O New York Times fez uma parceria com a New York University para criar um site de notícias para cobrir alguns bairros da cidade. Um ex-editor do NYT será o editor do site, que vai estimular também contribuições da comunidade.

Fonte: INFO Online 

Pesquisa francesa aponta português como 3.ª língua do Twitter


Para elaborar o ranking, Semiocast analisou 2,8 milhões de tweets; em janeiro, outra pesquisa colocou a língua portuguesa em 2.º lugar.

O português é a 3.ª língua mais popular no serviço de microblog Twitter, informou nesta quarta-feira (24/2) a empresa francesa de pesquisas online Semiocast.
A conclusão contrasta com outra pesquisa, divulgada em 11/1 pelo blog norte-americano TextWise, que apontou o português como a 2.ª língua mais utilizada no microblog.
Na pesquisa do TextWise, o português tinha 11% dos tweets, seguido pelos japoneses, com 6% das mensagens. As mensagens em inglês eram 61% do total.
Para elaborar o ranking, a empresa tomou como base 2,8 milhões de tweets publicados em um período de 48 horas, de 8/2 a 10/2. O levantamento da TextWise avaliou duas semanas de movimentação e 8,9 milhões de mensagens.
As duas pesquisas baseiam-se em uma pequena fração de tudo que corre pelo Twitter – em 22/2, a empresa afirmou que o movimento diário já atingiu 50 milhões de tweets.
Análise semântica
A identificação da língua foi feita de forma automática, pelas ferramentas de análise da Semiocast, que vê o recurso como pré-requisito para a análise semântica da web.
De acordo com o levantamento francês, o português é a língua de 9% das mensagens que correm no microblog. Em segundo lugar estão os japoneses, com 14% das mensagens.
“O japonês é nitidamente a segunda língua mais utilizada, com 14% das mensagens. Issot comprova a contínua popularidade do Twitter no Japão e confirma que o Japão é o primeiro marco do desenvolvimento internacional do Twitter”, afirma a Semiocast, em comunicado.
A pesquisa destaca que 50% das mensagens publicadas no microblog não são escritas em inglês – um marco revelador do tom global do serviço online.
A quarta língua mais popular no Twitter, segundo a Semiocast, é o malaio (6%), seguida do espanhol (4%).

Fonte: IDG Now! 

Orkut e Twitter terão mais receita que TV e rádio




Considerado um dos mais importantes futurólogos do Mundo pelo “Wall Street Journal”, Gerd Leonhard vem ao Brasil falar de negócios e mídias sociais. Segundo ele as redes sociais, como Twitter e Orkut, deverão crescer mais em receita que os meios de comunicação tradicionais, como a TV e o rádio.
Em entrevista ao site Folha Online, o futurólogo afirma que as propagandas bem sucedidas fogem de anúncios estáticos. As mídias sociais alteraram o molde original,dando lugar a games, aplicativos e widgets, por exemplo. “A publicidade e o marketing estão sendo reinventados tanto quanto eu escrevo isso”, explica o alemão.
Essas mudanças não impedem a convergência entre as mídias sociais e tradicionais: “a diferença está apenas nas nossas mentalidades: já não somos (apenas) diretores: nós somos conectores”, afirma.
O futurólogo comenta ainda sobre forma atual da publicidade e relacionamento com o conteúdo. Ele considera que há fusão entre essas duas partes. “A publicidade deve se tornar conteúdo, a fim de ser realmente ser bem-sucedida na internet. Por exemplo, aplicativos para telefones móveis, widgets, games, etc. Algumas vezes, chamo isso de ContVertising [neologismo que funde as palavras "conteúdo" e "publicidade", em inglês].”
Gerd Leonhard atribui esse novo momento à “explosão da internet móvel e mídia social e em tempo real, como Twitter e Google Buzz”.
Quando assunto é a influência das “novas” mídias na mudança de conteúdo das tradicionais, o alemão é categórico “esta mudança é quase tão grande quanto a mudança que aconteceu com a invenção da mídia gravada, rádio ou TV”.
Leonhard está hoje em São Paulo, onde apresentará uma conferência para convidados e gravará o programa “Roda Viva”, da TV Cultura. O autor de de “Friction is Fiction: The Future of Content, Media & Business” (2009), “Music 2.0″ (2008), “The End of Control” (2008) e “The Future of Music” (2005), concedeu uma entrevista à Folha Online que pode ser conferida na íntegra aqui.
Já no Brasil…
Os últimos números lançados sobre o investimento publicitário no Brasil contradizem a previsão de Leonhard, pelo menos por enquanto. A TV mantém sua hegemonia com 60,7% dos investimentos, o que representa R$ 12 bilhões, um crescimento de 5,7% em relação ao ano anterior – segundo os dados sobre 2009 publicados pelo Projeto Inter-Meios.
Mesmo apresentando crescimento de 23,3% e faturamento de R$ 827 milhões, a internet recebe uma parcela de verba publicitária aquém das projeções do futurólogo.

Fonte: adnews.com.br

Brasil tem mais de 175 milhões de acessos móveis


Com 1.639.892 de habilitações em janeiro (crescimento de 0,94% em relação a dezembro), o Brasil chega a 175.599.260 de acessos do Serviço Móvel Pessoal (SMP) e densidade de 91,33 acessos por 100 habitantes (crescimento de 0,86% sobre o mês anterior). O crescimento no primeiro mês do ano é o segundo na série histórica, ficando atrás de janeiro de 2008 (ver quadro). Do total de acessos, 145.083.416 (82,62 %) são pré-pagos, e 30.515.844 (17,38 %), pós-pagos. 

Ano
Em janeiro
 De janeiro a dezembro
2000
513.126
8.155.473
2001
478.506
5.557.598
2002
312.782
6.135.195
2003
356.802
11.492.302
2004
581.978
19.232.311
2005
996.352
20.604.759
2006
1.260.575
13.708.285
2007
798.520
21.061.482
2008
1.877.474
29.661.300
2009
1.307.674
23.317.965
2010
1.639.892

A consolidação dos números mensais do SMP está disponível no portal da Agência, na visão Sala de Imprensa, canal "Anatel em dados", item "Telefonia móvel". 
Teledensidade - Acompanhe nos quadros abaixo os estados com maior crescimento no indicador, que é utilizado internacionalmente para demonstrar o número de acessos em serviço em cada grupo de 100 habitantes.  

UF (Teledensidade)
Crescimento em janeiro (%)
UF (Teledensidade)
Crescimento em 12 meses (%)
Amazonas (74,96)
2,42
Amazonas (74,96)
31,89
Maranhão (45,15)
1,90
Roraima (71,21)
30,36
Pará (65,54)
1,77
Maranhão (45,15)
27,08
Piauí (58,40)
1,76
Piauí (58,40)
25,41
Sergipe (87,57)
1,54
Paraíba (71,09)
21,53
Região
Crescimento em janeiro (%)
Crescimento nos últimos 12 meses (%)
Norte (72,08) 
1,55
21,85
Nordeste (71,85)
1,23
17,06
Sul (96,00)
0,84
13,13
Sudeste (103,29)
0,68
13,05
Centro-Oeste (109,95)
0,49
13,29
Mercado - Os quadros a seguir apresentam a situação de cada empresa e tecnologia no mercado de SMP no Brasil
Participação das empresas
Holding
Número de acessos
Participação (%)
Vivo
52.455.471
29,87
Claro
44.806.542
25,52
Tim
41.500.158
23,63
Oi
36.186.024
20,61
CTBC
546.717
0,31
Sercomtel
83.996
0,05
Unicel
20.352
0,01
Participação por tecnologia
Tecnologia


Total
Participação (%)
GSM
155.592.109
88,61
CDMA
7.524.807
4,29
WCDMA
7.465.422
4,25
Terminal de Dados
4.721.411
2,69
TDMA
292.190
0,17
AMPS
3.321
0
 

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